DICAS DE COMO EMAGRECER SAUDAVELMENTE APÓS A GRAVIDEZ

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Muitas mães sofrem com a preocupação de voltar ao seu peso de antes da gravidez. Isso é possível, contanto que faça tudo saudavelmente, não pondo em risco sua saúde e consequentemente a do bebê. Separamos algumas dicas que ajudam no emagrecimento pós-parto. emagrecimento.png

1: Amamentação:

É recomendado que o bebê amamente apenas no peito pelo menos até seis meses, e isso ajuda também na saúde da mãe. De acordo com os médicos, a amamentação faz a mulher queimar, em média, 750 calorias por dia. Outro fator positivo é a liberação de ocitocina. Esse hormônio estimula a contração do útero.

2: Hidratação:

Beber bastante água ajuda no emagrecimento. Isso porque aumenta a produção de leite, reduz o inchaço e estimula o funcionamento dos rins, que vão eliminando os líquidos retidos no corpo. O indicado é tomar cerca de 2 litros ao dia, de água, não outros líquidos.

3: Boa alimentação:

Além de ajudar a manter a boa forma, comer alimentos saudáveis ajuda, também, na produção de leite. É recomendado a ingestão diária de 300 calorias extras, no máximo. Evitar frituras, doces, refrigerantes e comidas gordurosas. Outro fator é ter uma rotina para alimentar-se. É difícil manter depois que têm bebê para cuidar, mas procure, pelo menos, fazer as refeições principais do dia – café da manhã, almoço e jantar –, assim você não sente muita fome, evitando comer alimentos não saudáveis.

4: Exercício:

Nesse caso, há uma diferença entre as mães de parto normal e cesárea. O tempo indicado às mães de um parto normal é de cinco dias a três semanas para voltar a se exercitar. Para quem foi de cesárea, o repouso é maior: no mínimo quatro a seis semanas. Após esses períodos, voltar aos poucos. Uma dica é fazer caminhada com os bebês. Todavia, para cesárea, não pode fazer esforço abdominal durante três meses, é recomendado atividades na piscina, como hidroginástica.

Créditos da foto: iStock

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VITAMINA D DIMINUI RISCOS DE ABORTO ESPONTÂNEO, APONTA ESTUDO

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A suplementação da vitamina D é indicada a todo mundo, principalmente às gestantes. Isso se dá porque durante a gravidez existem riscos de aborto espontâneo ou pré-eclâmpsia, derivados da falta de circulação no feto, e com uma boa dosagem de vitamina D no organismo isso pode ser evitado. untitled

Um estudo realizado pelos Cientistas da Universidade de Birmingham, no Reino Unido, fez testes para descobrir a funcionalidade da vitamina no organismo durante a gravidez. Eles descobriram que o uso pode melhorar o fluxo sanguíneo do feto e reordenava as funções imunológicas das células, fazendo com que o corpo da mãe não rejeite o filho ao combater possíveis doenças infecciosas. A suplementação é válida também para as fumantes, que durante a gravidez, sofrem com problemas nos tubos sanguíneos na placenta.

No entanto, há uma deficiência de vitamina D em boa parte da população brasileira, pela pouca absorção dos raios solares por meio da pele. É recomendado uma exposição de 30 minutos ao sol, antes das 10h ou depois das 16h, evitando também riscos de câncer de pele. Outra solução é a suplementação oral. Para as gravidas, é recomendado que os níveis estejam de 30 a 60 ng/ml.

Créditos da foto: (Reprodução/Think Stock/ Getty Images)